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Paul Rusesabagina: o herói do Hotel Rwanda

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"My name is Paul Rusesabagina. I am a hotel manager. In April 1994, when a wave of mass murder broke out in my country, I was able to hide 1,268 people inside the hotel where I worked. When the militia and the Army came with orders to kill my guests, I took them into my office, treated them like friends, offered them beer and cognac, and then persuaded them to neglect their task that day. And when they came back, I poured more drinks and kept telling them they should leave in peace once again. It went on like this for seventy-six days." ~ Paul Rusesabagina, in “An Ordinary Man” (2007) — a autobiografia do homem interpretado por Don Cheadle no filme Hotel Rwanda (2004). O actor Don Cheadle com o herói ruandês Paul Rusesabagina. Após o genocídio ruandês em que morreram e foram violadas várias centenas de milhares de pessoas no ano de 1994, Paul Rusesabagina sofreu em 1996 uma tentativa falhada de assassinato. Por isso, exilou-se primeiro na Bélgica e depois nos EUA, trabalhando...

15 pontos em defesa da democracia liberal

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 (também publicado no Jacaré ) "Cícero denuncia Catilina" (1888), de Cesare Maccari 1.      A seguir à vida, a liberdade é aquilo que temos de mais precioso. A liberdade é um direito inalienável e sinal da dignidade humana. O exercício da liberdade realiza-nos enquanto pessoas e todos os povos aspiram a ser livres. 2.      As ditaduras são péssimas: não há ditaduras sem censura, violência e presos políticos. As revoluções também são péssimas: não há revoluções sem censura, violência e presos políticos. Admiro a coragem daqueles que defendem um ideal. Porém, devemos ter a humildade de reconhecer que as nossas acções em nome dum ideal puro e romântico podem ter consequências muito negativas para a vida dos outros. 3.      Por mais iluminado que se julgue o ditador e por mais erros que cometa a classe política em democracia, a democracia liberal é sempre preferível à ditadura. Desde logo, porque o poder corrompe o governa...