Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta debate monárquico

Presidenciais: as sondagens, os candidatos e o sistema

Imagem
Último dia de campanha eleitoral. As últimas sondagens dão Cavaco Silva a ganhar à primeira volta, com 54 a 64% dos votos. Mas mais para os 54 que para os 64. Manuel Alegre tem entre 15 e 25% das intenções de voto. Fernando Nobre, entre 9 e 13%. Francisco Lopes teria 3 a 8% dos votos. Defensor Moura, 1 a 2,6%. José Manuel Coelho, de 0,9 a 2,7%. Estas sondagens que misturo (Marktest, Intercampus, Eurosondagem, CESOP/Católica, e Aximage) apresentam, como vemos, números mínimos e máximos muito distantes entre si (de 10%, no caso dos dois primeiros candidatos). O semanário Sol resolveu esta questão fazendo uma média das sondagens, e que põe na capa do jornal de hoje. Duas coisas óbvias, para arrumar este assunto das sondagens: alguma estará mais acertada que as outras, mas ainda não sabemos qual. E o truque do Sol , já denunciado no blog Margens de Erro (onde encontramos todas as sondagens comentadas), também não merece muita credibilidade, pois faz uma média de amostras desiguais, recolh...

prepara-se o debate monárquico

Imagem
- Soube pel' O Ribatejo (ver "fontes de sabedoria") que a Causa Monárquica se assumiu ontem em Santarém como um movimento político que coordenará uma estratégia política que traga maior intervenção pública dos monárquicos portugueses. - Estes esforços têm em vista a preparação de um referendo que sonde se os portugueses querem um Chefe de Estado Real ou Presidencial, em ambos os casos não abdicando da democracia. - A Causa Real é o orgão que federa as várias Reais Associações de Portugal, e é presidida por Paulo Teixeira Pinto, conselheiro de D. Duarte. - Talvez agora o debate monárquico volte a ter eco na sociedade portuguesa, e A Conspiração das Teorias promete contribuir para esse debate, nem que seja com algumas propostas que irão certamente confundir ainda mais os argumentos de ambas as partes. - Os postais conspirativos referentes ao assunto serão ilustrados pela bandeira que Portugal envergou entre 1495 e 1557, quando a coroa ainda era aberta ao Céu. -