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os portugueses emigrados são os que se ficaram

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- - Para dizer tudo numa palavra, Portugal, para os verdadeiros portugueses, se tornava um país inabitável. Ao contrário da denominação histórica que se tornou corrente, os verdadeiros estranjeirados eram realmente os que, ficando em Portugal, serviam o poder; os outros, os que emigravam o mais que podiam, esses eram os reais portugueses, os portugueses tradicionalistas, os portugueses; que preferiam todos os incómodos de um exílio à dor de viver numa pátria que, de sua, só tinha o elemento material de céu, terra e mar. - in "Reflexão à margem da literatura portuguesa", de Agostinho da Silva

como morre um bravo

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- Ceferino Giménez Malla foi domador de cavalos e cesteiro (fazia cestos artesanalmente), era espanhol, leigo da Ordem Franciscana Secular, e casado com a sua prima direita Teresa Giménez. Com 75 anos de idade, morreu fuzilado em plena guerra civil espanhola, em 1936, por tentar proteger um sacerdote que estava sendo ferozmente espancado por milicianos republicanos – rojos . Dizem os relatos que El Pelé , como era chamado, morreu de rosário na mão gritando: "Viva Cristo Rei!". Este acto de heroísmo é apenas uma amostra da vida santa que El Pelé levou. Por isso, este mártir foi beatificado por João Paulo II faz hoje 12 anos. - Dedico este pequeno postal biográfico a todos aqueles que dizem que não são racistas, a menos que se fale de ciganos. É que o bravo São Ceferino era cigano com muita honra em sê-lo, procurando sempre todos os pretextos para estabelecer pontes entre as nossas culturas. - São Ceferino, rogai por nós! -

castidade, a proposta que combate a SIDA

A propósito das sábias mas "politicamente incorrectas" declarações do Papa acerca dos preservativos e da abstinência, traz-se à Conspiração este belíssimo exemplar de comunicação que é um vídeo da campanha moçambicana de prevenção contra o vírus SIDA/AIDS/HIV. É na castidade e na lealdade que está a resposta que combate a promiscuidade sexual, que é a base do vertiginoso aumento do contágio de SIDA em África e, cada vez mais, na Europa. Não conheço uma campanha publicitária de preservativos (Control, Durex, etc.) que desincentive esta mesma promiscuidade sexual. Zero. Nenhuma! Antes pelo contrário, incentivam e contribuem na medida do possível para o crescimento deste lucrativo pântano onde chafurdam.