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Travelling with Tea — part 1

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(também publicado no Substack ) My first travels began at home, going back and forth from the kitchen to the living room. As a child sitting next to my mother, I was amazed by how she poured steaming water and tea leaves into the teapot. Simultaneously, we would prepare a tray with warm scones, slices of bread, crackers, butter, honey, and tomato jam. It was cold outside, so we had our tea by the fireplace. Those were the days! I have always loved tea. Infusions of other aromatic plants never gave me as much joy as real tea. I learned at home to take my tea without sugar, and only rarely with a cloud of milk to mask any excessive bitterness. If I had a sore throat, a spoonful of honey and a sliver of lemon peel were also acceptable. However, in the 1990s, most tea in Lisbon was sold in teabags; if we ordered loose-leaf tea in specialty shops, there were few variations of black tea and lower-quality green tea. And it was difficult to find a nice Oolong. Lisbon: As a teenager living i...

No meu tempo...

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(Originalmente publicado no " Jacaré parado vira mala " no dia 14 de Janeiro  de 2018) "No meu tempo..." - será que dizem todos a mesma coisa, os velhos? "No meu tempo é que era viver"; "no meu tempo é que era amar"; "que sabeis vós do que é a vida?" - à primeira vista, tudo lugares comuns. É um engano: embora pareça que os velhos dizem todos a mesma coisa, a única coisa que se repete é aquilo que os novos dizem sobre o que dizem os velhos! É que "no meu tempo" não é para se interpretar à letra e, mesmo que fosse, teriam dado conta que o tempo de que se fala não são os anos '40, '70 ou '90, pelos quais determinada geração de pessoas passou em jovem, mas sim o tempo em que aquela pessoa concreta viveu momentos extraordinários que recorda... Trata-se do "seu tempo", e não "o tempo deles"! Mas, ao viver agora, este tempo não é "seu" também? Bom, poderíamos concordar que s...

comunicar através dos 5 sentidos

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A comunicação é mais memorável quanto mais sentidos explorar. O ideal é comunicar através dos cinco sentidos, porque assim a experiência é memorável durante mais tempo, liga-se a mais episódios pessoais da história da nossa vida, e ajuda-nos a fazer escolhas, isto é, a decidir (comprar, fazer, votar, etc.). Normalmente não compro um livro sem o sentir nas mãos, o abrir e folhear. Para comprar roupa também é importante o toque do tecido. Uma questão de tacto. Também o marketing dos cheiros tem de ser levado cada vez mais a sério. Por exemplo, quem não gosta de sentir o cheiro especial de casa após uma longa viagem? Ou do cheiro de um carro novo? E quem não reconhece o perfume próprio de certas lojas como a Abercrombie & Fitch? Se os cheiros são cada vez mais usados para vender, também os sons têm um caminho a fazer na comunicação. Frank Luntz, um grande especialista americano em comunicação, fala-nos aqui da importância comunicacional dos sons: " Someday, somebody is going to m...

Michael Jackson (1958-2009)

- Have you seen my Childhood? I'm searching for the world that I come from 'Cause I've been looking around In the lost and found of my heart... No one understands me They view it as such strange eccentricities... 'Cause I keep kidding around Like a child, but pardon me... - People say I'm not okay 'Cause I love such elementary things... It's been my fate to compensate, for the Childhood I've never known... - Have you seen my Childhood? I'm searching for that wonder in my youth Like pirates in adventurous dreams, Of conquest and kings on the throne... - Before you judge me, try hard to love me, Look within your heart then ask, Have you seen my Childhood? - People say I'm strange that way 'Cause I love such elementary things, It's been my fate to compensate, for the Childhood I've never known... - Have you seen my Childhood? I'm searching for that wonder in my youth Like fantastical stories to share The dreams I would dare, watch me...