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duas perspectivas sobre o networking

Se já está no mundo do trabalho, provavelmente já ouviu falar de networking . Senão, vai ouvir muito em breve. É uma palavra que veio para ficar e representa a rede de contactos que uma pessoa vai tecendo ao longo da sua vida profissional e pessoal. A primeira vez que me deparei a sério com a ideia de networking foi quando estudei comunicação política na Universidade de Navarra. O meu professor era um importante lobista profissional em Madrid e, naquele exagero muito próprio dos espanhóis de Madrid, quis passar a mensagem que a partir daí todos os contactos que fizéssemos na vida deveriam ser entendidos numa lógica de networking . Os jantares, cocktails , conferências e outros eventos seriam como ocasiões privilegiadas para provocar novos contactos profissionais e aprofundar os antigos. Este professor levava o networking tão a sério que tirava 20 minutos por dia para fazer chamadas para uma lista de pessoas por nenhuma razão em especial além de apenas “manter contacto com elas”. Para...

flexibilidade moral é terreno fértil para os sofistas

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Há uns tempos falava-se das bondades da "flexisegurança", da necessidade de flexibilizar a contratação e o despedimento, da flexibilização do trabalho e dos horários. São temas que hão-de voltar mais cedo que tarde. Mas hoje trago à Conspiração uma flexibilidade realmente perigosa: a flexibilidade moral. De facto, há trabalhos onde se pede ao contratado uma grande flexibilidade moral para defender valores que não são os seus e vestir uma camisola que não é a sua. Às vezes, até se defendem os valores que não são de ninguém. Há casos reais e diferentes tipos de escravatura no século XXI. Mas a mais perigosa de todas é a escravidão da consciência. O que torna a consultoria em comunicação um trabalho eticamente difícil é que o compromisso que temos para com a verdade passa para segundo plano. Nesta área da comunicação política e empresarial, muito raramente se tem em conta a verdade entre os objectivos propostos e que quando cumpridos valem como "sucesso". A reputação ...

como contar a história do candidato

Eu venho de uma longa linhagem de lenhadores - começa o vídeo enquanto o candidato sobe para o tronco de uma árvore já sem ramos e começa a balançar o machado. - Sempre fui rápido a tirar um grande pedaço de madeira, e estou preparado para cortar a despesa excessiva que há em Washington. - E Sean Duffy conclui: - "I'll bring the axe to Washington", Vou trazer o machado para Washington. ( NY Times ) Sean Duffy é o candidato republicano ao Congresso pelo 7º distrito do Estado do Wisconsin. O Wisconsin tinha uma tradição republicana enraizada, mas nos últimos 18 anos votou maioritariamente democrata. Sean Duffy pode ajudar o Partido Republicano (GOP) a recuperar o Wisconsin, tal como se prevê nas próximas eleições. Duas características das campanhas eleitorais é que deve apresentar a história do candidato de forma coerente, por um lado, e conectar emocionalmente com os valores do eleitorado, pelo mesmo lado. Só assim é que se ganha a atenção das pessoas, e a partir daí pode...

antes do ano 2010...

- ... vou fazer o seguinte ao blog d'A Conpiração: 1. Reformar a sua lista de links. 2. Acrescentar-lhe gadgets mais interessantes. 3. Maquilhá-lo ainda não sei como. 4. Pô-lo em ligação com o Facebook, Twitter, Blip... , em resumo, 5. Torná-lo mais útil e agradável a quem nos visita. -